O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, negou nesta quarta-feira (15) o pedido para que o irmão de Michelle Bolsonaro atue como cuidador do ex-presidente Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar.
Na decisão, o magistrado afirmou que a autorização para permanência contínua na residência é restrita a profissionais de saúde, como médicos e enfermeiros, e destacou que o familiar não possui qualificação técnica para exercer a função.
Moraes também avaliou que permitir a presença permanente de pessoas fora desses critérios representaria um afrouxamento indevido das regras do regime domiciliar. Segundo ele, Bolsonaro já conta com funcionários e segurança estatal durante o período.
A defesa havia solicitado a medida sob o argumento de que o familiar é pessoa de confiança e poderia auxiliar na rotina. O ex-presidente cumpre prisão domiciliar por 90 dias após internação recente, enquanto se recupera de um quadro de broncopneumonia.