A primeira caneta emagrecedora fabricada no Brasil começou a ser comercializada nas farmácias do país. Produzido pela farmacêutica EMS, o medicamento marca a entrada da indústria nacional em um mercado que vem registrando forte crescimento nos últimos anos.
O produto utiliza substâncias já empregadas em tratamentos para obesidade e diabetes e chega ao mercado com a expectativa de ampliar o acesso dos pacientes, principalmente por apresentar custo inferior ao de medicamentos importados.
A chegada da versão nacional ocorre após aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e faz parte da estratégia da empresa para disputar espaço no segmento dos análogos de GLP-1, que inclui medicamentos amplamente conhecidos pelo público.
Especialistas ressaltam que o uso das chamadas canetas emagrecedoras deve ocorrer apenas com prescrição e acompanhamento médico, devido aos possíveis efeitos colaterais e à necessidade de monitoramento durante o tratamento.